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sábado, 23 de junho de 2018

                              

                                 Brincar e crescer

Ao lero texto "Brincar é mais que aprender" de Lino de Macedo pude perceber o quanto de importância há no brincar e no jogar.
          Diz o autor:

                   Para as crianças ,o brincar e o jogar são modos de aprender e se desenvolver.                     Não importa que não saibam disso, ao fazer essas atividades, elas        vivem                     experiências fundamentais.              Daí porque se interessam em repeti-las e                     representá-las até criarem ou aceitarem regras que possibilitem compartilhar                     com colegas e brincar e jogar em espaços e tempos combinados.                                                                                                                                      Lino de Macedo 

        Há algo mágico nas brincadeiras e por isso são tão necessárias pelo desenvolvimento e        aprendizado  que proporcionam.
        Na palestra da professora Dra. Tânia Fortuna: "Sala de aula é lugar de brincar? Por uma pedagogia do brincar"trouxe discussão do tema e a necessidade de repensarmos a forma de se utilizar na sala de aula as brincadeiras, os jogos o lúdico proporcionarem um aprendizado mais prazeroso.
       Jogos e brincadeiras requerem respeito, compartilhamento, a criança aprende a perder, a lidar com as frustrações.
       Quando proporcionamos o aprendizado através de brincadeiras e jogos estamos ensinando que as coisas sérias e as difíceis, podem ser vividas e partilhadas com respeito e alegria.
       Brincadeiras e jogos requerem envolvimento e se envolver é relacionar-se, compartilhar é dividir com o outro o que eu sei e somar o que nós sabemos.
       Por tudo isso acho válido e necessária a inclusão de brincadeiras e jogos na sala de aula desde que orientadas visando o desenvolvimento integral da criança.



Referências: https://novaescola.org.br/conteudo/120/brincar-e-mais-que-aprender







         

sexta-feira, 22 de junho de 2018

                             

                               SOBRE AVALIAÇÃO...

     Muito se tem falado sobre novas metodologias na educação, e um dos tópicos é a avaliação como um todo com enfoque no aluno na sua integralidade e apesar das teorias o que percebemos e que acabamos nós mesmos antiquados tradicionais moldes de avaliar  ainda presentes nas escolas sendo que a avaliação continua como propósito da "nota",e o aluno acaba sendo reduzido a um "conceito".
    Repensar a avaliação em nossas escolas focando o aluno como um todo; na aprendizagem, a aquisição do conhecimento, em como ele aprende e pode contribuir na edificação da cidadania e da sociedade, como esse aluno como " pessoa" pode contribuir para um mundo melhor.
    O estímulo da busca pela aprendizagem deve ser o que move o professor no processo de avaliação, tendo-se que não pode haver verdadeiro crescimento isolando-se o aluno do seu contexto de vida e interesses.








Referências:      https://www.youtube.com/watch?v=CYL-5vhZCc8                                                                                                              

                            

                                          ENSINAR A  LER   


         Paulo Freire, educador por excelência, nos leva a repensar o papel do professor na alfabetização tanto de crianças como de adultos.        O ato de ler não se refere apenas a decifrar o que está escrito mas a entender a interpretar o que se lê.        Para Freire trabalhar com temas que fazem a realidade do aluno, vazias de significado e baseados em repetições, alheios ao seu contexto de vida se torna inconsciente e desencorajador ao jovem ou adulto que após uma jornada de trabalho vem a escola que lhe propõe lidar com temas que nada tem a ver com sua realidade e interesse.       Lidar com temas alheios ao seu mundo o fazem sentir-se excluído  já que fogem do seu contexto . O não ser alfabetizado na idade adulta já é excludente e se possibilitarmos trabalhar com temas que abordem o seu contexto de vida irá estimulá-lo a ser o autor de sua aprendizagem por estar tratando daquilo que lhe interessa; suas dificuldades e expectativas, daquilo que lhe é significativo e que tem importância.      Permitirmos a abordagem de temas de interesse levará o aluno aprender com prazer porque o que está aprendendo pode lhe proporcionar oportunidades de reflexão e mudanças em sua vida.




Referências:

  FREIRE,Paulo.A dialogicidade- essência da educação como prática da liberdade.In:Pedagogia do Oprimido. 6º edição.Rio de Janeiro: Paz e Terra,1978.p89101.

                         

                            Projetos na sala de aula

  A utilização de projetos que articulam a criatividade com os conteúdos curriculares auxiliam e enriquecem a aprendizagem.

  Ao professor compete tornar o momento pedagógico um momento prazeroso utilizando-se dos meios de comunicação acessíveis para que o trabalho com projetos venha favorecer e incentivar o aluno em suas buscas descobertas, no caminho da aprendizagem.  Ponto importante para uma boa aprendizagem é o conhecimento da individualidade do aluno, seu contexto de vida, na realidade para que o educador possa utilizar as melhores ferramentas na aplicação dos projetos alcançando assim o fim que foi proposto.  Bem como afirma Vasconcelos:


  O conhecimento da realidade do aluno é essencial para subsidiar o processo      de planejamento numa perspectiva dialética. Devemos ter em conta o   aluno      real, de carne e osso que efetivamente    está em sala de aula, que é um  ser que tem suas necessidades, interesses,nível de desenvolvimento (psicomotor,sócio afetivo e cognitivo), quadro de significações, experiências anteriores (histórias pessoais)sendo bem distinto daquele aluno ideal, dos manuais pedagógicos( marcados pelos valores de classe) ou do sonho de alguns professores. (VASCONCELLOS,1999,P.107)



Ser capaz de perceber as necessidades do aluno no processo de aprendizagem vai fazer com que, mais facilmente  possa crescer como um todo. Os projetos integrados ás mídias acessíveis aliadas ao conhecimento do aluno como um ser em construção é abrir caminho para o desenvolvimento e autonomia para interagir com seu grupo.


       Referências:

VASCONCELLOS,Celso.Planejamento:Projeto de Ensino e Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico-elementos metodológicos para a elaboração e realização.5ºed. São Paulo: Libertad,1999.