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domingo, 7 de janeiro de 2018

                             REALIDADE x FILME x INCLUSÃO E DIVERSIDADE

Inicialmente buscando refletir sobre as aprendizagens com o fim de elaborar a síntese do semestre, e assistindo o filme indiano " Como Estrela na Terra", uma produção de 2007, dirigida por Hanir Khan que mostra a história de um menino na convivência familiar, sua história de vida e também escolar, em ambiente de  culturas diferentes.
Ishaan com suas dificuldades de aprendizagens e por ser diferentes dos demais, acaba desencadeando preconceitos.
No filme é abordado o desafio de um professor que ama o que faz e por isso busca formas de inclui-lo, não desistindo do seu aluno e em seu processo de aprendizagem, que é um processo de edificação.
A sensibilidade do professor, sua boa vontade e pequenas medidas são capazes de abrir caminhos para que alunos com dificuldades de inclusão possam desabrochar em suas potencialidades.

Piaget afirma que: ( 1990,p.12)
                        

É uma construção contínua, comparável a edificação de um grande prédio que, na medida em que se acrescenta algo, ficará mais sóli-
do ou a montagem de um mecanismo delicado, cujas fases gradativas de ajustamento conduziriam a uma flexibilidade e uma mobilidade daspeças tanto maiores quanto mais estável se torna-se o equilibrio.

                                          Referências bibliográficas: 
                                        BULGARELLI,R.Inclusão e Diversidade.2001  
                                        Disponível em: http://www.bengalalegal.com/inclusao-e-diversidade




                                               

                                                     

                                          EDUCAÇÃO  X  DIREITOS HUMANOS



A escola como espaço social representa a comunidade em interação, onde a diversidade muitas vezes não tem a aceitação de todos.
Viver a diversidade sem associa-la a desigualdade é a tarefa de nos colocarmos no lugar do outro e exercermos a tolerância.
A escola precisa ser um marco conciliador onde sejam edificados valores e condutas que consolidem os direitos humanos. É por isso que “um dos principais objetivos da defesa dos Direitos Humanos é a construção e sociedades que valorizem e desenvolvam condições para a garantia da dignidade humana. Nesse marco o objetivo da Educação em Direitos Humanos é que a pessoa  e / ou grupo social se reconheça como sujeito de direitos, assim como seja capaz de exerce-los e promove-los ao mesmo tempo em que reconheça e respeite os direitos do outro”. (BRASIL, 2013,P.523).

Nada melhor que uma escola comprometida com uma proposta educacional  voltada para a diversidade, o respeito ao outro e ao desenvolvimento que lhe permita exercer sua cidadania democraticamente e com dignidade. 

domingo, 17 de setembro de 2017

Preconceito

                                               Falando sobre intolerância
                                                     

           Quando notícias chegam a nós já diluidas despojadas de sentido e sentimento, sem percebermos reagimos com naturalidade, tornamo-nos meros expectadores frios e endurecidos.
           Falar sobre intolerância religiosa nos remete ao passado e constatamos que ela sempre esteve relacionada a disputas e poder, quando religião e política, Estado e Igreja estiveram unidas sempre provocaram grandes tragédias.
           O controle da massa se torna mais fácil, quando Estado e Igreja se unem na crença de um Deus único e acaba prevalecendo o poder pela manipulação da religiosidade.
           Tomas de Aquino criador da escolástica que tinha como base a sujeição da política aos ditames da igreja católica, teve em John Locke, filósofo inglês, seu opositor e que defendia a separação entre Estado e Igreja.
           Para defender seu pensamento sobre tolerância religiosa disse Locke que:


                                              "Se houvesse apenas uma religião verdadeira, uma única via para o céu                    
                                                         que esperança haveria que a maioria dos homens a alcançasse, se os                   
                                                                                mortais fossem obrigados a ignorar os ditames de sua própria razão e consciência e cegamente 
          aceitassem as doutrinas impostas por seu príncipe, e
                                                   cultuar Deus na maneira formulada pelas leis de seu país .( LOCKE,1978, P.6)



            O que ele quis dizer é que: a base da tolerância está na relação dos estados laicos e a religião, é sustentada pelo respeito as diferenças de opinião, expressão e a individualidade.
            Conforme a Constituição Federal 1998, o Brasil é definido como estado laico, Igreja e Estado ficam oficialmente separados, sendo considerado crime a discriminação religiosa pela Lei 7716 de 1989.
            É bem verdade que, no dia a dia, ocorrem discriminação e intolerância e que a hipocrisia e as revoltas são seu fruto e crescentes.
            Pautamos nossos valores no " ter" e não no " ser". E é o que está gerando uma sociedade indiferente, individualista e egoísta. Acredito que o remédio para esse mal está na educação.


                         Referencias:
                         https://robertofochi.jurisbrasil.com.br 
                     www.planalto.gov.br.2007.lei11.635
                     Locke,John,Carta acerca da tolerância.abril cultural
                     ABDALA,alexandra e outros,2016 Uma abordagem religiosa sobre a intolerãncia religiosa.



domingo, 8 de novembro de 2015

ID,EGO,SUPEREGO

No texto : “O menino Escondido”, podemos ver que: imprevisível, indeciso e dispersivo são atributos, reações comandadas pelo ID. O ID é o inconsciente que, apesar de fazer parte da nossa mente, é manifestado por impulsos instintivos e apesar de ser algo não racional, Freud provou o quanto e de que forma o inconsciente “ID” interfere em nossos pensamentos e em nossa vida.

OBS: Freud foi o inventor da Psicanálise, descobriu o inconsciente e explicou o funcionamento de nossa mente.

É como se tivéssemos um  outro  eu dentro de nós, sem saber a força, o poder, os limites do mesmo. Já o limite é “a atividade consciente da razão, ou seja, é o que faz a seleção e a repressão dos impulsos  instintivos ; essa atividade é feita pelo Superego, a parte consciente da nossa mente. Essa resolução que compete ao Superego é imperceptível.
O Superego é:   A Sociedade, a Moral, a Educação; o Superego é formado pelos hábitos e costumes que a Sociedade nos inculca desde que nascemos, através da Educação que nos vai sendo imposta por nossos pais, parentes, amigos, professores, chefes.”
Para o Superego dominar o ID, necessita passar pelo Ego, que é a parte da psique intermediária entre o ID e o mundo exterior. O  Superego é a barreira (a censura) que existe no psiquismo.
Por meio desse processo podemos dizer que o ID nos manda agir inconscientemente e de imediato (a explosão); sendo o Ego a parte intermediária entre o impulso imediato e o Superego (a ação ponderada pelas diversas influências adquiridas, seja, através da educação ou imposta por determinados meios (família, amigos, sociedade, etc...).
A outra função do Superego é recalcar ou mandar de volta  os impulsos instintivos prejudiciais.
Cito alguns exemplos: Em minha sala de aula ao chamar atenção da turma sobre o comportamento que haviam tendo, um aluno se destacou debochando ao dar os pêsames do falecimento de minha filha, dando gargalhadas, o ID ( o impulso instintivo)  mandou que eu desse um tapa nele, porém o Superego fez seleção , barrou o impulso e recalcou (o ID)eu respirei, sai da sala e tudo foi resolvido.