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domingo, 25 de dezembro de 2016

Sobre o IV semestre

Então... finalmente, mais um semestre que se finda!!!
Faltando a apresentação da síntese, tentar terminar minhas atividades na última semana do ano.
Neste semestre o tempo pareceu estar curto demais...
Por algumas questões pessoais muito importantes troquei de turma, mas não impediu de construir novas amizades ao longo desses meses no PEAD, pois podemos sempre contar uma com as outras.
Eixo IV e as correrias continuaram as mesmas, dia de Natal, e eu aqui fazendo postagens no blog.
Enfim faz parte, pois a cada semestre novas aprendizagens, novas trocas.
Espero e desejo neste dia especial 25/12/2016 que no próximo semestre eu seja capaz de :

*Ter um maior aprendizado com as interdisciplinas;
*Dentro dos prazos entregar minhas atividades;
*Conseguir postar semanalmente em meu blog;
*Aprender muito mais junto as novas interdisciplinas;

Bom... são muitas, mas muitas minhas expectativas!!!

Realmente nem vejo a hora de acabar este semestre, dando início com meu pé direito no próximo!

                                   UM FELIZ NATAL

sábado, 22 de outubro de 2016

   

Brincadeiras e jogos são essenciais no ensino da matemática



Incrível a capacidade de raciocínio e solução de resolução de situações-problemas das crianças.
O jogo em sala de aula é essencial para a evolução social, a matemática pode  tornar-se um problema pois alguns alunos tem vergonha de perguntar sobre certos conteúdos, e não expressam suas dúvidas, tornando-se um problema.
Os jogos e brincadeiras em sala de aula são oportunidades de socialização dos alunos, trabalho em equipe e a cooperação.
O professor não deve deixar o aluno sem objetivos para cumprir e sim como parte da aula, onde o momento faz-se importante  em sua formação, sendo necessário o uso de seus conhecimentos, para propor soluções, chegando a resultados esperados pelo professor.
O desenvolvimento cognitivo das crianças são relacionadas as atividades lúdicas.
Criar o senso crítico e investigativo ajuda o entendimento e compreensão no ensino de matemática. 



Bibliografia: Rizzi, Leonor, HAYDT, Regina Célia C. Atividades lúdicas na educação das crianças. São Paulo: Editora ática 2001.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil, In: KISHIMOTO, Tizuko Morchida (Org), Jogo, brinquedo brincadeira e a educação, 4 ed.São Paulo: Cortez, 2000.

MAL ESTAR DOCENTE


         

Apenas para começar...
O professor não ensina por ensinar, pois o seu ato pedagógico deve ser um ato que desperta a vida para a vida. O que interessa para ele não são os conteúdos, mas sim, algo que possa ajudar o aluno a viver sua vida.”
Porém...
O professor “ deixou de viver do seu ensinar, para tornar-se um profissional manipulado pelo poder.”
E agora, professor/Maximiliano Menegolla. 3ºed.
Mundo Jovem, 1989
Em meados dos anos 80 se identificava e discutia, países mais desenvolvidos, as causas, circunstâncias e as consequências de um mal que acometia muitos profissionais do ensino, o chamado Mal-estar docente e apesar de não ser algo novo, hoje vem minando cada vez mais o mundo da educação.
Na década de 1989/1990, em países como França, Alemanha e Inglaterra aconteceu um esvaziamento de profissionais na área de educação.
A profissão de educador já não atraia os jovens e muitos professores estavam abandonando o quadro profissional.
Em 1983, na Suécia, conforme cita ESTEVE (1999), houve um desaquecimento no setor educacional provocando uma crise que afetou profundamente, tendo sido diagnosticado como causa o Mal estar docente.
O Mal estar docente foi citado por muitos estudiosos entre eles Dupont, 1993 apud Esteve, 1999 fazendo menção dos efeitos que afetam negativamente o desempenho profissional de professores acometidos, tendo como causa principal o meio social em que exercem a função, a pressão psicológica, a visível desvalorização da profissão, causando desencanto, sofrimento e finalmente a doença, por vezes permanente.
O adoecimento desses profissionais deixa visível o descaso com que são tratados e sem devida valorização, além do abandono quase que literal da instituição escolar.
O ideal que impulsionava e dava credibilidade ao professor está sendo relegado esquecido e o sonho de levar crianças e jovens ao caminho da realização como educadores fica cada vez mais distante.
Cláudia Murta em : Magistério e sofrimento psíquico díz que; “ o sofrimento dos professores, as suas queixas frequentes quanto ao insuportável trabalho docente... o seu adoecimento... sugerem uma certa desistência da educação enquanto projeto de preparação de crianças e jovens... Desistindo da realização do projeto educativo os professores, na verdade, estariam se demitindo de sua posição de educador e, em decorrência renunciando ao ato educativo.”
E apesar do caos generalizado, da sociedade desacreditada da educação, as bandeiras levantadas em prol da renovação, da restruturação, do apoio, através da conscientização social e primeiramente dos que detém o poder deve reerguer o pedestal que por direito deve ser ocupado pelo professor, aquele que após a família é propulsor de sonhos, e ideais; sendo base de mudanças e acrescendo de valores na busca de saberes e do desenvolvimento integral de crianças e jovens, que com certeza, no futuro sejão protagonizadores de mudanças globais.


ESCOLAS ASAS X ESCOLAS GAIOLAS

"escolas gaiolas"

"Escolas  que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam  a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode leva-los para onde quiser. Pássaros engaiolados tem sempre um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
" Balburdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças. E eles timidamente pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina  que sejam feitas: dar o programa, fazer avaliações..."
Violenta o pássaro que luta contra os arames da gaiola? ou violenta será a imóvel gaiola que o prende?
Violentos os adolescentes de periferia ? ou serão as escolas que são violentas? as escolas  serão gaiolas?

"escolas asas"

"Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro do pássaros.
O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado".
" Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo da educação. Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo. Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma.
Quem está aprendendo ferramentas  e brinquedos está a aprender liberdade, não fica violento.
Fica alegre, vendo as asas crescerem..."



Referência: ALVES,Rubem. Gaiolas ou asas? In; Alves, Rubem, Por uma educação romântica. Campinas; Papirus, 2002.

Lendo e refletindo sobre o texto de Elza Ndai

O ensino de História baseada na descrição de conquistas grandes, feitas destes infindáveis conhecimentos prontos a "passividade do aluno na decoração". (Mendes,41)

 E é necessário e ultrapassado, como diz Nadai, buscar a superação da teoria e as práticas tradicionais no ensino de História, bem como o incentivo de "hábitos de investigação de análise, de juízo, de generalização, de raciocínio lógico e crítico. "( Mendes,41)

 O ensino de História, é entender-se a sí mesmo, entender os que rodeiam.

 O lugar que ocupam no contexto social e responsabilidade como participante da História.

 " ... é a História contemporânea que realmente interessa figuras no programa escolar, pela sua relação de causalidade mais próxima com os problemas sociais do momento, a que o educando tem de fazer face "Murilo Mendes"1935,p.51
 Como instrumento para a construção social , o ensino de História precisa mesmo ser repensado.