domingo, 16 de setembro de 2018

                                            Blog!


     O blog é uma ferramenta acessível que pode ser usada para aumentar o interesse dos alunos pelos conteúdos pedagógicos, fazendo a aprendizagem ser mais atrativa e significativa, além de permitir a interação e as trocas, e facilitando o aprendizado por meio de textos, áudios, etc...
     Para Sérgio Ferreira do Amaral do Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação da UNICAMP: "  O blog deve ser um espaço complementar de aprendizagem, construído e mantido de forma colaborativa por alunos e professores."
     Devo dizer que, apresar de acreditar ser esse processo de aprendizagem muito útil, tenho dificuldades para administrá-lo no meu dia-a-dia expondo meu aprendizado e opiniões.
     É  o blog um meio onde a escrita pode ser praticada  e desenvolvido o senso crítico. A professora Priscila B. Gutierrez da UFRGS díz serem os blogs, "...aplicativos fáceis de usar que promovem o exercício da expressão criadora, do diálogo entre textos, da colaboração." Além de os blogs, segundo ela, nos ajudarem aprender a pesquisar. Por isso, apresar da minha limitação, creio ser o blog, ferramenta de inovação, sendo que vale a pena buscar aprender para fazer frente a nova geração tecnológica e incorporá-la a prática pedagógica.





Referências:

https://novaescola.org.br/conteudo/1960/use-e-abuse-dos-blogs
Priscila Brossi Gutierrez,Blogs na sala de aula: Cresce o uso pedagógico da ferramenta de publicação de textos na internet.








sexta-feira, 14 de setembro de 2018

                             ORIENTAÇÃO ESTÁGIO
  

    Enfim... chegou o dia tão esperado...a 1ºreunião com minha orientadora de estágio Caroline Paciewitch, algumas colegas já a mil em suas observações e eu ainda iniciarei as minhas na segunda -feira dia 17/09/2018, com minha turminha do 4º ano na Escola Victor Hugo Ludwig...vamos lá...60hs de observações, para dar início ao meu projeto!!
  Como meu estágio obrigatório não será o único, completarei minha carga horária com a Ed.Infantil (inclusão), com tantas responsabilidades e exigências espero ter forças para realizar meu trabalho com muita coerência!


Primeiras solicitações...da orientadora...

Minhas observações:

ANOS INICIAIS: crianças, jovens e adultos Sobre o entorno da Instituição: descrição da localização da Escola em relação à cidade e ao bairro e do percurso para chegar. Possibilidades de transporte. Descrição da comunidade e do entorno da escola, recursos que apresenta como: comércio, serviços sociais, locais de trabalho/produção, possibilidades de lazer, espaços culturais e religiosos. Características da Comunidade. Relação da Escola com a Comunidade. Acrescentar uma análise da mesma. Sobre a Instituição: dados de Identificação da Instituição e caracterização da mesma: nome, endereço/telefone, bairro, turno(s) de funcionamento, dependências (salas de aula, biblioteca, sala de vídeo, laboratório de informática pátio, prédios etc.), características físicas da instituição, faixa etária atendida, número de funcionários, reuniões/ cronograma da escola, equipe administrativa e pedagógica, regimento – tipo (outorgado/ elaborado), rotina da instituição/ horário de funcionamento, proposta pedagógica da escola, sistema de avaliação, interações escola/ comunidade, outros dados coletados. Acrescentar uma análise da mesma. Sobre a Sala de aula: dados referentes à sala de aula e caracterização da mesma: nome da professora titular, formação da professora titular, planejamento – princípios orientadores, linha teórica, autores, referências, informações sobre a proposta pedagógica (está explicitada nos documentos? Quais?), instrumentos e critérios de avaliação, aulas especializadas (quais?), recursos didáticos – materiais utilizados (textos, cartazes, jogos, materiais concretos, livros, murais etc.), número de alunos – nome e idade, interações: professor – aluno e aluno – aluno, organização dos alunos – filas, duplas, círculo, grupos etc. Observar os cuidados com a organização da sala e da escola - armário, limpeza da sala, condições de iluminação, uso dos materiais, disponibilidade de copiadoras ou mimeógrafo. Acrescentar uma análise da mesma. Sobre os estudantes: dados referentes aos alunos/as: Quem são? Gênero, etnia, faixa etária etc, local de moradia, com quem vivem, renda familiar, profissão/ocupação dos pais ou deles (quando jovens ou adultos)? Quais os critérios para admissão dos alunos na escola? Como a escola mantém-se informada sobre os alunos? Quais os instrumentos para a coleta de dados? Informações sobre algumas peculiaridades dos alunos referentes às aprendizagens. É importante: observar os materiais dos alunos, se possível coletar alguns (produções textuais, caderno de aula) para análise, registrar falas significativas dos alunos. Outras observações. Acrescentar uma análise da mesma. OBSERVAÇÃO: Podem e devem ser acrescentadas outras observações, particularidades não levantadas neste roteiro, de forma a descrever as singularidades do espaço educativo e dos sujeitos envolvidos no processo. Orienta-se para a produção de um texto abarcando os diferentes campos descritivos de observação. 

segunda-feira, 3 de setembro de 2018



       

         
ENTÃO...

Mais um workshop vencido, como nada é fácil, concluir mais esta fase tirou um peso de uma tonelada que estava em cima de mim... pois parecia não acabar o semestre, acho que meu desânimo por acontecimentos pessoais e desmotivadores na profissão, mas a vida segue...
E é assim que sigo buscando...
“ Não pare até se orgulhar...”
...o quanto conquistei? amadureci? onde cheguei? aonde chegarei?
Formanda 2019/1  - Pedagogia-  futura pedagoga- to chegando –
A  filha da dona Nulci  vai ser  pedagoga  simmmmmm!!!!


domingo, 2 de setembro de 2018


                                                    ESTÁGIO SUPERVISIONADO


      Há alguns anos atrás, iniciei minha caminhada como educadora . No decorrer deste período realizei planejamentos diversos, onde acredito que uns com muito êxito e sucesso, outros meio vagos.

      Neste eixo 8, será desafiador para mim, onde a proposta será desenvolver um " Projeto de Aprendizagem" (PA).

    Com a proximidade do " TCC", novos aprendizados.

    Momento de reflexão de todo estudo durante o curso, perceber quais são as referências me identifiquei, que teorias irão fundamentar não somente meu estágio, mas também minhas práticas em sala de aula.

    Que todos teóricos estudados possam embasar minhas conclusões e trocas de experiência.
      Espero que minhas inseguranças abram espaços para novas descobertas!



sábado, 23 de junho de 2018

                     

                              QUASE 8º...FALTA POKO


                Mais uma etapa sendo vencida



   Mais um semestre que finda, mais um tijolinho na construção de um sonho que aos trancos e barrancos tento alcançar.    Sei que o que no Pead aprendi e aprendo será de grande valia na caminhada a que me propus e por isso sinto-me grata aos professores e tutores que tem se dedicado e auxiliado durante todos esses semestres...

CHEGANDO O TÃO ESPERADO "ESTÁGIO".

                         

    Inovações tecnológicas

Vendo que a interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação  nos mostrou neste semestre mais uma bagagem a ser levada conosco ...a tecnologia (Tics).

Como professores necessitamos sair da zona de conforto embora já façamos o uso em muitas de nossas tarefas diárias, porém na educação torna-se muito mais importante levando novos conhecimentos resultados integrando alunos, professores, melhores trabalhos, novas experiências, uma nova possibilidade de inovação e reinvenção da educação.

A pedagogia tradicionalista arcaica coloca o aluno em segundo plano sendo que agregar recursos tecnológicos ao ensino pode ser diferencial de crescimento e geração de novas habilidades não possíveis antes.

 Com a inovação pedagógica surge uma nova forma de conceber aprendizado com a finalidade de melhor preparar os alunos para o mercado de trabalho e melhor prepará-los para viver dignamente.

A sociedade não admite mais aulas arcaicas,com apenas giz e saliva do professor,uma vez que convivem com outra realidade. São necessárias inovações, dinamismo e interatividade que beneficie os discentes preparando-os para vida e para o mercado do trabalho. O universo tecnológico é amplo  e pode ser utilizado de diversas formas, na área educacional a  motivação é principal fator que leva a sua utilização, porque os alunos aprendem sem perceber. Para manter o aluno dentro da sala de aula, o professor precisa ser criativo, fazendo da escola também parte da realidade que o educando vive fora dela.Descobrir novos métodos e meios de ensino é uma forma de inovar, a fim de motivar e encantá-lo para a aprendizagem. ÁBILA (2010,P.35)











Referências:

 https://www.edools.com/tecnologia-e-inovacao/

https://www.youtube.com/watch?v=VJbouCuoJKk

                              

                                 Brincar e crescer

Ao lero texto "Brincar é mais que aprender" de Lino de Macedo pude perceber o quanto de importância há no brincar e no jogar.
          Diz o autor:

                   Para as crianças ,o brincar e o jogar são modos de aprender e se desenvolver.                     Não importa que não saibam disso, ao fazer essas atividades, elas        vivem                     experiências fundamentais.              Daí porque se interessam em repeti-las e                     representá-las até criarem ou aceitarem regras que possibilitem compartilhar                     com colegas e brincar e jogar em espaços e tempos combinados.                                                                                                                                      Lino de Macedo 

        Há algo mágico nas brincadeiras e por isso são tão necessárias pelo desenvolvimento e        aprendizado  que proporcionam.
        Na palestra da professora Dra. Tânia Fortuna: "Sala de aula é lugar de brincar? Por uma pedagogia do brincar"trouxe discussão do tema e a necessidade de repensarmos a forma de se utilizar na sala de aula as brincadeiras, os jogos o lúdico proporcionarem um aprendizado mais prazeroso.
       Jogos e brincadeiras requerem respeito, compartilhamento, a criança aprende a perder, a lidar com as frustrações.
       Quando proporcionamos o aprendizado através de brincadeiras e jogos estamos ensinando que as coisas sérias e as difíceis, podem ser vividas e partilhadas com respeito e alegria.
       Brincadeiras e jogos requerem envolvimento e se envolver é relacionar-se, compartilhar é dividir com o outro o que eu sei e somar o que nós sabemos.
       Por tudo isso acho válido e necessária a inclusão de brincadeiras e jogos na sala de aula desde que orientadas visando o desenvolvimento integral da criança.



Referências: https://novaescola.org.br/conteudo/120/brincar-e-mais-que-aprender







         

sexta-feira, 22 de junho de 2018

       

 Como se dá a aprendizagem para Piaget e Vygotski



  Apresar de divergirem em alguns pontos tanto Piaget quanto Vygotski nos levam a observar e experiênciar como se dá a aprendizagem através de nossos alunos, Piaget vê a criança em constante atividade,atenta e criativa as possibilidades que a rodeiam, e para ele a aprendizagem depende da maturação biológica sendo que a elaboração do conhecimento ocorre de forma espontânea segundo a sequência do estágio de desenvolvimento em que ele se encontra.  Para Piaget a interação social não interfere na aprendizagem, para ele depende do desenvolvimento, da maturação biológica em sua concepção o pensamento ocorre antes da linguagem.  Com relação a forma como o professor deve interagir com a criança, Piaget afirma ser necessário haver diálogo, e o professor deve ver o erro do aluno.  Como parte de sua aprendizagem podendo então buscar a melhor forma de ensinar.   Para Piaget o aprendizado não se resume a memorizar mas ao raciocínio lógico, a reflexão e compreensão.  Vygotski como Piaget, concebe a criança como sendo atenta e criando hipótese sobre o que a rodeia mas para Vygotski o mais social interfere no desenvolvimento  da mesma e que desde o nascimento a interação com adultos e o que a rodeia provocam desenvolvimento e aprendizagem sendo que ambos são interligados bem como a formação do pensamento e linguagem desde o nascimento.  Para Vygotski o professor exerce papel de importância no processo de aquisição do conhecimento por isso a relação com o aluno deve ser de respeito e sem exposições sendo que a aprendizagem ocorre através da interação com o meio e a mediação do professor.  Como disse no início as diferenças autores devem nos levar a observar e ponderar a maneira de conceber o aprendizado de nossos alunos.


Referências:

Pensamento e Linguagem Percurso Piagetiano de Investigação Adrian Oscar Dongo Montoya*disponível em: 

https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2388255/mod_resource/content/2/Percursos%20piagetianos.pdf,acesso em 22 junho 2018.

                             

                               SOBRE AVALIAÇÃO...

     Muito se tem falado sobre novas metodologias na educação, e um dos tópicos é a avaliação como um todo com enfoque no aluno na sua integralidade e apesar das teorias o que percebemos e que acabamos nós mesmos antiquados tradicionais moldes de avaliar  ainda presentes nas escolas sendo que a avaliação continua como propósito da "nota",e o aluno acaba sendo reduzido a um "conceito".
    Repensar a avaliação em nossas escolas focando o aluno como um todo; na aprendizagem, a aquisição do conhecimento, em como ele aprende e pode contribuir na edificação da cidadania e da sociedade, como esse aluno como " pessoa" pode contribuir para um mundo melhor.
    O estímulo da busca pela aprendizagem deve ser o que move o professor no processo de avaliação, tendo-se que não pode haver verdadeiro crescimento isolando-se o aluno do seu contexto de vida e interesses.








Referências:      https://www.youtube.com/watch?v=CYL-5vhZCc8                                                                                                              

                  


                     TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO 

     Refletir o papel do professor frente aos alunos e a conscientização da responsabilidade no processo de construção do conhecimento nos leva a repensar como utilizamos ou não os meios, que,hoje, estão disponíveis e que fazem parte do dia a dia de nossos alunos.     Se faz necessário nos conectarmos ao mundo e as tecnologias a fim de nos aproximarmos mais de nossos alunos para que haja maior interação e trocas nos tornando também aprendizes compartilhando e buscando novas aprendizagens para a formação de pessoas aptas a interagirem na sociedade.     De certa forma ainda utilizamos métodos expositivos baseados em currículos massantes que desestimulam a aprendizagem.     Para que haja uma transformação do ensino-aprendizagem se faz necessário em 1º lugar  a capacitação do professor para fazer frente as informações que os alunos tem mas que não sabem como utilizá-los, para que se faça da tecnologia uma aliada disponível para a construção do conhecimento





  Referência:               https://www.youtube.com/watch?v=IzsHAiCvxR8



                            

                                          ENSINAR A  LER   


         Paulo Freire, educador por excelência, nos leva a repensar o papel do professor na alfabetização tanto de crianças como de adultos.        O ato de ler não se refere apenas a decifrar o que está escrito mas a entender a interpretar o que se lê.        Para Freire trabalhar com temas que fazem a realidade do aluno, vazias de significado e baseados em repetições, alheios ao seu contexto de vida se torna inconsciente e desencorajador ao jovem ou adulto que após uma jornada de trabalho vem a escola que lhe propõe lidar com temas que nada tem a ver com sua realidade e interesse.       Lidar com temas alheios ao seu mundo o fazem sentir-se excluído  já que fogem do seu contexto . O não ser alfabetizado na idade adulta já é excludente e se possibilitarmos trabalhar com temas que abordem o seu contexto de vida irá estimulá-lo a ser o autor de sua aprendizagem por estar tratando daquilo que lhe interessa; suas dificuldades e expectativas, daquilo que lhe é significativo e que tem importância.      Permitirmos a abordagem de temas de interesse levará o aluno aprender com prazer porque o que está aprendendo pode lhe proporcionar oportunidades de reflexão e mudanças em sua vida.




Referências:

  FREIRE,Paulo.A dialogicidade- essência da educação como prática da liberdade.In:Pedagogia do Oprimido. 6º edição.Rio de Janeiro: Paz e Terra,1978.p89101.

                         

                            Projetos na sala de aula

  A utilização de projetos que articulam a criatividade com os conteúdos curriculares auxiliam e enriquecem a aprendizagem.

  Ao professor compete tornar o momento pedagógico um momento prazeroso utilizando-se dos meios de comunicação acessíveis para que o trabalho com projetos venha favorecer e incentivar o aluno em suas buscas descobertas, no caminho da aprendizagem.  Ponto importante para uma boa aprendizagem é o conhecimento da individualidade do aluno, seu contexto de vida, na realidade para que o educador possa utilizar as melhores ferramentas na aplicação dos projetos alcançando assim o fim que foi proposto.  Bem como afirma Vasconcelos:


  O conhecimento da realidade do aluno é essencial para subsidiar o processo      de planejamento numa perspectiva dialética. Devemos ter em conta o   aluno      real, de carne e osso que efetivamente    está em sala de aula, que é um  ser que tem suas necessidades, interesses,nível de desenvolvimento (psicomotor,sócio afetivo e cognitivo), quadro de significações, experiências anteriores (histórias pessoais)sendo bem distinto daquele aluno ideal, dos manuais pedagógicos( marcados pelos valores de classe) ou do sonho de alguns professores. (VASCONCELLOS,1999,P.107)



Ser capaz de perceber as necessidades do aluno no processo de aprendizagem vai fazer com que, mais facilmente  possa crescer como um todo. Os projetos integrados ás mídias acessíveis aliadas ao conhecimento do aluno como um ser em construção é abrir caminho para o desenvolvimento e autonomia para interagir com seu grupo.


       Referências:

VASCONCELLOS,Celso.Planejamento:Projeto de Ensino e Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico-elementos metodológicos para a elaboração e realização.5ºed. São Paulo: Libertad,1999.

       
              



                                 

                                    SOBRE A EJA


  A desigualdade existente  em nosso país onde cada dia mais pessoas   se vêem desempregadas sem que suas necessidades mais básicas possam ser supridas , pessoas a cada dia são desestimuladas e até impedidas de buscar formas de se desenvolver e crescer profissionalmente.

  Condição econômica é na maioria das vezes o que impede a permanência do aluno na escola e a não continuidade na busca de formação gera mais desemprego pela falta de preparo, ao voltar a estudar  as dificuldades, o preconceito por causa da idade acabam desestimulando-o. Por isso segundo Hara é necessário desenvolver um trabalho de conscientização e de alfabetização, com teorias e práticas que estimulam e promovam a auto-valorização de jovens e adultos para que se tornem capazes e com coragem de enfrentar as desigualdades e lutar por melhores oportunidades. Ao educador o embasamento  teórico, como ele díz frente as condições materiais, aliados a práticas são desafios para a realização de um trabalho efetivo de alfabetização de jovens e adultos.

Referências: Hara, Regina Alfabetização de adultos:ainda um desafio.3ed.-São Paulo:CEDI,1992,disponível no ambiente virtual Moodle.ufrgs.br/course/view.php?id=51550



                                                         

                                 Linguagem x Ludicidade




  A interação com o que nos rodeia se efetiva através das linguagens, nas mais diversas formas, assim como a oral e a corporal que são a leitura de sentimentos e pensamentos  por  ela revelados.
  Na escola  a utilização de diversas atividades auxiliam e desenvolvem na criança linguagens que revelam o contexto que a rodeia e a insere no grupo e no meio em que vive, havendo então a integração.
  O professor que usa a ludicidade no seu contexto escolar e a relaciona com o saber do próprio aluno encontra mais facilmente formas de adaptar conteúdos as condições do aluno; dando oportunidade de construção do conhecimento .
  As atividades orientadas devem visar um resultado pedagógico.
  Por isso as atividades prazerosas, brincadeira, música e jogos utilizados na escola dão a ela a oportunidade de interagir e aprender com a leitura de novas linguagens suas e de seus pares assimilando outras culturas, novas atitudes, vocábulos e agregando novos conhecimentos.
  “ De acordo com Piaget: é necessário que a criança esteja em permanente troca simbólica (exprimir, trocar, com outras crianças e adultos, lembranças projetos, pensamentos e sentimentos).”
    E dentro desse pensamento a Ludicidade proporcionará apropriação de conceitos que motivarão a aprendizagem.


    Referênciais:

Pensamento e Linguagem: Percurso Piagetiano de investigação, Adrian Oscar Dongo Montoya(Psicologia em estudo,Maringá,2006)



sábado, 14 de abril de 2018


                                                       

                          PORQUE A TECNOLOGIA





  O acesso a informação anda hoje a passos largos com a tecnologia e a integração que ela proporciona é imediata, as distâncias já não perturbam, a um clik estamos a um passo da comunicação e resolução  do que pretendemos.

  Nossos  jovens e crianças com muita facilidade são capazes de lidar com as novas tecnologias como se elas fossem inerentes ao próprio corpo.

  A tecnologia  está invadindo as escolas e, se assim não fosse estaríamos retrocedendo, os alunos utilizam a internet que se tornou mídia essencial para seus trabalhos, pesquisas e entretenimento . Nesse sentido vale ressaltar a função da tecnologia que além de trazer cultura é instrumento de recreação, sendo que jogos ensinam o respeito as regras e meio de aprendizagem.

  O ensino já não pode estar desconectado da tecnologia porque ela já faz parte do dia a dia individual. A relação crianças e jovens se alinham a um novo modo de se fazer escola na busca do desenvolvimento individual dentro da nova realidade social.




imagem:
https://www.google.com.br/search?q=imagem+de+tecnologia+na+escola&rlz=1C1AVNE_enBR700BR700&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=yLZOTbvV_LLAnM%253A%252CzOgY3D_1I1LJkM%252C_&usg=__EchovTFYw7Pa2UCLZ0y2KcMD7rA%3D&sa=X&ved=0ahUKEwinuZic9LraAhWKGJAKHSDqCPoQ9QEIODAH#imgrc=FLQD7xZqUttS6M:








                                                                  E nsino
                                        J ovens
                                        A dultos

  Pela necessidade de buscar suprir o sustento muito cedo, o jovem acaba se tornando mais vulnerável socialmente por ser mais manipulável. Para  resgatar a cidadania e promover a inclusão, várias medidas políticas- pedagógicas foram feitas e hoje temos a EJA – Educação de Jovens e Adultos –como sendo um meio para se buscar e desencadear aprendizagens afim de tornar o individuo apto a integrar-se socialmente.
  A chance de crescimento individual dentro do seu meio social e a construção de sua autonomia  são buscados já que como díz a Proposta Curricular da Educação para Jovens e Adultos- Ensino Fundamental, esses jovens e adultos...

..trazem conhecimentos, crenças e valores já construídos. É  a partir do reconhecimento do valor  de suas experiências de vida e visões de mundo que cada jovem e adulto pode se apropriar das aprendizagens escolares de modo crítico e original, sempre da perspectiva de ampliar sua compreensão, seus meios de ação e interação no mundo.(BRASIL, 2001,P.41)

  Nesse sentido a EJA – Ensino de Jovens e Adultos pode ser a porta de entrada para a educação,  formação, crescimento, integração e autonomia  dos sujeitos .

Referência:
BRASIL Educação para jovens e adultos: ensino fundamental: proposta curricular, 1º segmento  São Paulo Ação Educativa, Brasília , MEC,2001.



                                                   

                                                            A linguagem oral



  O Referencial  Curricular Nacional da Educação Infantil díz:

 Considerando-se que o contato com o maior número possível de situações comunicativas e       expressivas  resulta no desenvolvimento  das capacidades linguísticas das crianças , uma das tarefas   da educação infantil é ampliar, integrar e ser continente da fala das crianças em contextos  comunicativos  para que ela se torne competente como falante.
 (BRASIL, 1998,P,134)


  Conforme o texto fica claro a necessidade de interação da criança com seus pares, e meio social para a apropriação e ampliação do vocabuláro. O primeiro passo deve ser o respeito  a individualidade de cada criança, buscando-se favorecer as trocas afim de proporcionar a adequação que ela precisa para sentir-se inserida , tendo liberdade para explorar e interagir com o meio de sua convivência  enriquecendo o modo de pensar  e ampliando seu vocabulário e comunicação.
  Creio que a interação social e o estimulo por parte do educador sejam primordiais para a aquiisição da linguagem oral.





Referências:
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, Brasília: MEC/SEF,1998,v.3



segunda-feira, 19 de março de 2018

                                    Escola democrática


  O curta metragem sobre Escola e democrática exibido na aula do Seminário Integrador proporcionou um momento de reflexão sobre que sociedade estamos buscando construir através de nossas práticas educativas, nem sempre tão democráticas, mas as vezes revestidas de autoritarismos dissimulado, quando como propomos um trabalho de livre escolha e indicamos vários temas pré-estabelecidos e que contemplam o pensamento do professor.
  Só a reflexão  sobre a prática pedagógica nos pode conduzir ao exercício democrático do ensino, sendo que a expressão de nossas atitudes devem ter coerência no discurso como na prática. O verdadeiro aprendizado se dá pelo exemplo e o espaço escolar deve ser o local onde não só se ensina mas onde também possamos aprender.
  O autoritarismo impoêm regras para o conhecimento mas a Escola democrática  motiva e possibilita a construção do mesmo. 
  "O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado."
                 (Rubens Alves),2002.






segunda-feira, 12 de março de 2018

                                                 

                            Início do 7º semestre




                                        Didática, Planejamento e Avaliação
                                    Educação de Jovens e Adultos No Brasil
                          Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação
                                                Linguagem e Educação
                                                  Seminário Integrador

           Mais um semestre iniciando com novas interdisciplinas...

            Mais próximo da tão almejada formatura...

          Iniciar com calma, parar e respirar é importante em nossos momentos, para poder enfrentar a correria diária de planejamentos, aplicação de conteúdos, dificuldades variadas, datas comemorativas, ensaios...

            Não adianta...todas essas coisas transformam a correria normal, o tempo passa muito rápido.

            Mas se eu me pressionar para fazer algo, aí que não sai nada...o jeito é respirar fundo. Aprendi a me conhecer na marra...rsrsrs

            Neste processo de buscas contínuas, neste caminho...a educação!!!

domingo, 7 de janeiro de 2018


Com resquícios de " 2017" ainda...
Vamos lá...força...que ainda não acabou o semestre!


Para o workshop  EIXO VI, ser significativo e produtivo começarei a evidenciar e conectar os conhecimentos adquiridos com as atividades do semestre.

A síntese será  primeira etapa, seguindo rumo a preparação da apresentação.

Então... recebida mãos a obra! correções, alterações devidas.

Sendo assim até o dia 31 de janeiro  a minha atenção ainda estará voltada ao PEAD.



                             REALIDADE x FILME x INCLUSÃO E DIVERSIDADE

Inicialmente buscando refletir sobre as aprendizagens com o fim de elaborar a síntese do semestre, e assistindo o filme indiano " Como Estrela na Terra", uma produção de 2007, dirigida por Hanir Khan que mostra a história de um menino na convivência familiar, sua história de vida e também escolar, em ambiente de  culturas diferentes.
Ishaan com suas dificuldades de aprendizagens e por ser diferentes dos demais, acaba desencadeando preconceitos.
No filme é abordado o desafio de um professor que ama o que faz e por isso busca formas de inclui-lo, não desistindo do seu aluno e em seu processo de aprendizagem, que é um processo de edificação.
A sensibilidade do professor, sua boa vontade e pequenas medidas são capazes de abrir caminhos para que alunos com dificuldades de inclusão possam desabrochar em suas potencialidades.

Piaget afirma que: ( 1990,p.12)
                        

É uma construção contínua, comparável a edificação de um grande prédio que, na medida em que se acrescenta algo, ficará mais sóli-
do ou a montagem de um mecanismo delicado, cujas fases gradativas de ajustamento conduziriam a uma flexibilidade e uma mobilidade daspeças tanto maiores quanto mais estável se torna-se o equilibrio.

                                          Referências bibliográficas: 
                                        BULGARELLI,R.Inclusão e Diversidade.2001  
                                        Disponível em: http://www.bengalalegal.com/inclusao-e-diversidade




                                               

                                                     

                                          EDUCAÇÃO  X  DIREITOS HUMANOS



A escola como espaço social representa a comunidade em interação, onde a diversidade muitas vezes não tem a aceitação de todos.
Viver a diversidade sem associa-la a desigualdade é a tarefa de nos colocarmos no lugar do outro e exercermos a tolerância.
A escola precisa ser um marco conciliador onde sejam edificados valores e condutas que consolidem os direitos humanos. É por isso que “um dos principais objetivos da defesa dos Direitos Humanos é a construção e sociedades que valorizem e desenvolvam condições para a garantia da dignidade humana. Nesse marco o objetivo da Educação em Direitos Humanos é que a pessoa  e / ou grupo social se reconheça como sujeito de direitos, assim como seja capaz de exerce-los e promove-los ao mesmo tempo em que reconheça e respeite os direitos do outro”. (BRASIL, 2013,P.523).

Nada melhor que uma escola comprometida com uma proposta educacional  voltada para a diversidade, o respeito ao outro e ao desenvolvimento que lhe permita exercer sua cidadania democraticamente e com dignidade. 
                                                           
                                                        DIVERSIDADE

A tarefa proposta pela interdisciplinar foi de buscarmos adentrar mais na temática da adversidade.
Diariamente como educadores surgem oportunidades de interação e trocas que bem aproveitadas poderão permitir uma formação de tolerância e de conscientização.
Com a apresentação do vídeo “ Normal é ser diferente” aos alunos podemos abordar mais uma vez o tema e reforçar o quanto de naturalidade existe no sermos diferentes e essa é a beleza da criação.
Fizemos uma reflexão sobre: E se fossemos todos iguaizinhos  como seria?
As conclusões foram bastante variadas e as trocas construtivas com a conclusão de que a diversidade não é anormal mas, seria anormal se fossemos todos iguais, se pensássemos  todos  da mesma forma.

Além das diferenças podemos abordar os valores como: humildade, compreensão respeito, amizade, carinho. Por fim, a certeza de que se a realidade não pode ser mudada ela pode então permitir oportunidade de convivência e aprendizado.


DEFICIÊNCIA/DIFERENÇA
QUANDO A DEFICIÊNCIA FALA

O vídeo e o artigo da médica e professora Izabel Maior foram mais uma oportunidade aberta para facilitar a desconstrução do estigma do preconceito, que leva a não aceitar o outro como ele é, como não sendo digno de respeito por não serem” iguais” as demais pessoas.
Segundo a doutora Izabel Maior: “ não há limite individual que determina a deficiência, mas sim as barreiras existentes no meio”.
O que impede desse limite ser ultrapassado é o modo como as pessoas o vêem , a falta de acessibilidade por conta da arquitetura, sem as devidas adaptações, os meios de transporte e, dentre muitos mais, a falta de acesso a bens e serviços públicos.
A necessidade de superação, conforme a médica, causa desiquilíbrio porque “ É a pessoa com deficiência que deve se adaptar à sociedade e não ao contrário”.
A cada um compete, a partir das diferenças contribuir a sua maneira, para maior interação de todos, para maior qualidade de vida. Só então poderemos dizer que temos uma sociedade finalmente desenvolvida.

     Nota técnica  04/2014- MEC/SECAD/DPEE e Vídeo ” O papel da escola do professor e da educação inclusiva com Carlos Skliar”



Foi muito interessante tomar conhecimento da Nota Técnica e no Vídeo, que abordou o tema de educação inclusiva e o que diz a nota técnica.
Na escola onde atuo, temos crianças com o laudo médico e outras que não tem. No exercício de minha competência achei que todos deveriam ter o laudo, até ter o conhecimento da Nota Técnica, onde díz que a inclusão deve ser feita com ou sem o laudo médico.

“ A interdisciplina Educação com Necessidades Educacionais Especiais” foi de grande importância e acresceu conhecimentos à minha atuação como professora.